segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Aplicativos Que Não Faltam no Meu Android



O Android Market está cheio de aplicativos móveis gratuitos que vale a pena usar. Os aplicativos seguintes são os que não podem faltar no meu smartphone com Android.


Evernote

Eu sempre dependi completamente das minhas anotações. Desde que o Evernote passou a me permitir tê-las sempre à mão no computador, na Web e no meu smartphone Android, e organizadas de forma intuitiva e eficiente, nunca mais me perdi. Atualmente, antes de editar e formatar qualquer texto (como esse post), redijo o esboço sempre no Evernote, e faço questão de atualizá-lo quando chego à versão final para poder acessá-lo facilmente em qualquer lugar. Além de anotações escritas, é possível gravá-las por voz. O Evernote também possui vários plugins para trabalhar com aplicações que o tornam ainda mais completo.



Remember The Milk

Outro Web App obrigatório na minha vida com versão Mobile para o Android. O Remember The Milk me permite organizar tarefas por grupos (Trabalho, Estudos, Domésticas etc.) e ainda tem integração com o Google Calendar, tanto exibindo quanto permitindo a edição das tarefas pelo GC. No Android, contudo, a não ser que use a versão paga, há um limite para o número de vezes que é possível atualizar a versão mobile do Remember The Milk com o servidor. Até agora a quantidade de atualizações permitidas na versão gratuita tem sido o bastante para mim.



Jorte

O Jorte é um modo fácil de não apenas visualizar, mas editar eventos no seu Google Calendar. Com uma interface intuitiva estilo mini-agenda, é mais um que me ajuda a não esquecer nada.




Jango

O Jango é um aplicativo Web no estilo Pandora (infelizmente indisponível no Brasil) de streaming de música que permite a criação de rádios com estilos semelhantes ao artista que você escolher. Como se já não fosse legal o bastante, é possível acessá-lo através da versão móvel do Android e ouvir suas rádios personalizadas no smartphone.






8Tracks

Mais um aplicativo Web de streaming de música. O 8tracks, contudo, tem o propósito de permitir a criação de tracklists. É possível fazer o upload de apenas 2 músicas do mesmo artista por lista, mas, além de criar listas personalizadas (O Melhor do Rock, Música Para Dormir etc.), é possível explorar as listas dos outros usuários, tanto na versão para a Web quanto na versão mobile para Android.



Soundcloud

Na minha opinião, o Soundcloud é um desses aplicativos revolucionários que surgem de vez em quando. Não é um simples aplicativo de streaming, mas permite que você grave qualquer coisa no seu smartphone com Android diretamente para o servidor online. É claro que além disso você pode fazer o upload de músicas, mixes personalizados, e explorar os sons de outros usuários.




MeuChip

Aplicativo Web do Facebook que também tem versão mobile, o MeuChip descobre automaticamente as operadoras dos seus contatos, tanto do Facebook quanto do smartphone. Além disso, por R$ 2,99, você também tem a possibilidade de mandar SMSs ilimitados.






terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pessoas: O Principal Ativo da Sua Empresa

Se você é da área de TI, provavelmente já leu algo sobre a experiência de trabalhar na Google. Vários restaurantes de culinárias diferentes, um tempo reservado para ter ideias e iniciar seus próprios projetos, instalações para a prática de exercícios, entretenimento, relaxamento etc. Além da perspectiva de estar trabalhando ao lado de pessoas brilhantes, essas informações tornam a Google a empresa dos sonhos de muitos profissionais da área. É claro que nem toda companhia tem condições de investir numa infraestrutura desse porte. Contudo, esta não é a questão, e sim o motivo por trás dessas iniciativas: a Google busca o bem estar e a felicidade de seus funcionários porque entende que eles são seus principais ativos. 


Os ativos de uma empresa constituem o conjunto de bens, marcas, direitos etc. que compõe seu patrimônio mais seu capital. Ativos são passíveis de gerar mais ativos. Contudo, quem são os principais responsáveis por multiplicar o patrimônio de uma empresa? Você não precisará pensar muito para responder: as pessoas. São as companhias que percebem as pessoas como seu diferencial estratégico que atualmente lideram não apenas na área de TI, mas em qualquer outra. E não é muito difícil enxergar isso. Na verdade, é muito simples: profissionais felizes produzem mais e com qualidade, e uma empresa que produz mais com qualidade tem garantia de sucesso.


Essa percepção deu origem a várias teorias e estratégias de gestão que se concentram nas pessoas e no que elas podem oferecer às empresas. Todas têm um objetivo comum: o comprometimento genuíno de cada profissional para com o sucesso da empresa. A gestão por competências, a gestão do conhecimento, a educação corporativa e as comunidades de práticas são todas estratégias de gestão de pessoas que buscam maximizar a aplicação das potencialidades dos profissionais no desenvolvimento das empresas, embora cada uma se concentre num aspecto diferente da relação indivíduo/corporação. Mas como elas funcionam?



Gestão por competências

Se antes a avaliação para a admissão de um profissional era apenas técnica, levando em conta o conhecimento e habilidades do candidato, atualmente as companhias percebem cada vez mais que isso não é o suficiente, identificando agora o perfil comportamental ou atitude do indivíduo como essencial para determinar se ele é apto para determinado cargo. Dessa forma, a palavra "competência" é definida por três características: Conhecimentos, Habilidades e Atitude - ou CHA. Foi da necessidade de gerir essa tríade que surgiram ferramentas e metodologias concentradas na gestão de pessoas com foco nas competências.

Gestão do conhecimento

A gestão do conhecimento vê o conhecimento existente na corporação - seja dentro dos processos e departamentos ou mesmo na cabeça das pessoas - como pertencente a ela. Busca organizar e sistematizar a capacidade da organização de captar, analisar, transformar, armazenar, disseminar e gerar informações. Essas informações, por sua vez, geram conhecimento. Além de democratizar a informação, distribuindo-a e a tornando acessível a todos, o intuito da gestão do conhecimento é aplicar a informação de forma a tornar o conhecimento produzido um ativo da empresa, e não mais um mero suporte à tomada de decisão. Além de usar o conhecimento existente dentro da empresa com mais eficácia, a gestão do conhecimento também promove a satisfação profissional, pois quando as pessoas são ouvidas e veem que suas opiniões são valorizadas e usadas para promover o sucesso da empresa sentem-se importantes e trabalham com mais paixão, dedicação e eficiência.

Educação corporativa

A educação corporativa consiste de uma parceria entre um ambiente acadêmico e uma organização. A partir dessa parceria nascem programas cujo objetivo é a formação de profissionais com conhecimento, habilidades e atitude (CHA - a tríade da competência) alinhados às metas estratégicas da organização. As universidades que funcionam dentro das corporações são chamadas de universidades corporativas. A educação corporativa pode ser vista como um método de treinamento aperfeiçoado, que em vez de se concentrar apenas em habilidades técnicas promove a aprendizagem organizacional, produzindo profissionais não apenas competentes, mas que têm incutida em si a cultura da organização.

Comunidades de prática

As comunidades de prática são ambientes de aprendizado baseados em trocas síncronas ou assíncronas de informação, compostos por pessoas com um interesse comum e cujo objetivo é o aprendizado e a sua aplicação prática. A institucionalização de comunidades de prática que objetivam o desenvolvimento e a aplicação do conhecimento estratégico pode promover a inovação organizacional através do aprendizado coletivo. Por serem comunidades informais constituídas em torno de um tema de interesse, elas não se restringem a um departamento específico, podendo conter profissionais de áreas e até mesmo de companhias e instituições diferentes.


E você? A gestão na sua empresa se concentra nas pessoas e usa alguma estratégia para tirar o máximo delas, ao mesmo tempo em que promove a satisfação profissional e garante a permanência de grandes talentos? Compartilhe sua experiência conosco e gere mais conhecimento!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Método ágil para tornar as reuniões mais eficientes

Embora eu seja uma gerente de projetos em formação de acordo com o guia PMBOK, também sou grande fã do método ágil. As duas metodologias podem ser combinadas de acordo com o projeto. E um dos aspectos com o qual a metodologia ágil lida muito bem é o das reuniões.
Quantas vezes você esteve em uma reunião e pensou: "Eu poderia estar trabalhando de verdade agora"?
É claro que o brainstorming, a discussão de ideias, as checagens periódicas são muito importantes, mas o timing da reunião é essencial. Atualmente, não é necessário ser um especialista em tendências profissionais para dizer que estamos trabalhando cada vez mais - e isso é uma consequência natural da nova velocidade proporcionada pela internet e diversos dispositivos digitais, bem como da concorrência cada vez maior em todos os ramos do mercado. Tal tendência torna a busca por métodos ágeis cada vez mais necessária.

Reunião

Então, quanto mais eficiente for a reunião, melhores os resultados. Para isso, é preciso analisar alguns detalhes:

A reunião é realmente necessária?

Se você tem apenas um anúncio a fazer, algo sem a necessidade de resposta, pode fazer isso por e-mail - com confirmação de leitura, é claro. Por outro lado, é preciso pesar bem a importância e a natureza da informação. Evidentemente, muitas informações precisam ser explicadas ou debatidas pessoalmente.
E isso é uma atribuição importante para o gerente de projetos: saber como cada conteúdo deve ser exposto. Se pode ser tranquilamente transmitido por e-mail, realmente não há por que interromper o trabalho da sua equipe para a realização de uma reunião.

A quem a reunião diz respeito diretamente?

Se você chegou à conclusão de que o conteúdo é importante demais para ser transmitido por e-mail ou o seu nível complexo faz com que ele precise ser explicado pessoalmente, considere agora que departamentos e profissionais serão  diretamente impactados.
Se a informação só influenciará o trabalho de um departamento, não há motivo para fazer todos pararem de trabalhar. Mesmo se sua empresa tem o perfil de compartilhar o conhecimento e decisões com todos os funcionários, é melhor transcrever posteriormente um resumo das informações transmitidas e decisões tomadas.

Qual a duração ideal de cada reunião?

Não ande em círculos para transmitir informações. Mesmo que elas sejam delicadas, você precisa ter a segurança de um líder e o respeito e confiança da sua equipe para repassá-las diretamente.
Além disso – apesar de parecer óbvio - muitos gerentes não têm a organização necessária para isto: antes da reunião, faça uma lista dos tópicos a serem discutidos, pense em como abordá-los e em quais deles precisa de interação e respostas da equipe. Reserve uma margem de tempo para perguntas e discussões. Dessa forma, a reunião será realizada com eficiência e não tomará muito do tempo precioso de trabalho dos seus profissionais.

Checagens semanais

Uma ótima forma de acompanhar o trabalho da sua equipe sem realizar reuniões longas e que muitas vezes não levam a lugar nenhum é fazer checagens semanais. O ideal é que elas sejam feitas pelo gerente de cada departamento/equipe, pois esse tipo de reunião funciona melhor com pequenos grupos.
Uma conversa de 10 minutos na manhã de segunda-feira para ver as metas que precisam ser alcançadas ao longo da semana e outra antes de encerrar o trabalho na sexta-feira para ver o que foi alcançado e o que precisa ser agilizado na semana seguinte são o suficiente para manter a equipe antenada no próprio rendimento.
Assim, você manterá um controle do desempenho dos seus profissionais sem precisar fazer reuniões longas e maçantes. Caso seja uma grande empresa, os gerentes de cada equipe podem reportar também em 10 minutos o que foi observado nas reuniões com suas respectivas equipes para um gerente geral.
E você? O que acha das reuniões na sua empresa? Sempre úteis e eficientes ou uma completa perda de tempo? Compartilhe sua experiência pessoal conosco!
 
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Liderando pelo exemplo



José Benedito Vizioli Libório

Quem assistiu ao filme “Invictus”, com Morgan Freeman no papel de Mandela e Matt Damon no papel de François Pieenar, capitão do time de rugby da África do Sul? Quem eventualmente não tenha visto, sugiro que veja e preste muita atenção na história, especialmente no momento em que François tem sua entrevista com Mandela no gabinete presidencial. Aquela conversa me marcou muito e é por isso que decidi escrever esse pequeno artigo no nosso Tecsollers.
Liderança sempre foi um dos grandes requisitos em várias áreas das relações humanas, e no mundo empresarial tem sido de especial importância, visto que para o sucesso das companhias é necessário manter uma equipe “remando” no mesmo sentido.
A literatura militar fornece exemplos esplendorosos dos diversos tipos de liderança, desde comandantes  comodamente instalados em seus QGs aos que se viram junto com seus homens em busca da vitória. No entanto, não gostaria de citar apenas exemplos militares, uma vez que me parece inapropriado comparar uma empresa a instituições militares, seja pelos resultados, ou pela estrutura - em que pese achemos que são rigorosamente iguais. 
Um bom líder que lidera através do exemplo tem claro que sozinho não chega a lugar nenhum. As competências individuais são variadas e “cobrem” escopos particulares do objetivo traçado, sendo que cada um dos membros da equipe, desde os de função mais simples até as mais complexas, tem um papel decisivo para o sucesso do todo.
Apesar da hierarquia dever ser respeitada, entre outras coisas por causa de detalhes operacionais, o líder pelo exemplo é aquele que exerce sua liderança a partir da percepção de que a hierarquia só tem a única função de ordenar e dar uma lógica ao processo, e não um título para a satisfação dos egos individuais.
Sendo assim, o líder, por exemplo, não se omite de colher os bônus, mas sabe muito bem chamar para si a responsabilidade pelo ônus que eventualmente acontece. É aquele que detecta, analisa, faz as correções, orienta e toma as “correções de rumos” necessárias sem achar bodes expiatórios, mas também sem se omitir na hora de cobrar de cada  um a responsabilidade individual e aplicar as consequências dos atos de quem tem um papel a cumprir.
Um líder que considera seu exemplo importante não deixará que ninguém da equipe sacrifique mais seu conforto, conveniência ou interesse do que ele mesmo, o que significa que estará sempre disposto a estar na “linha de frente” com seus companheiros de missão. Quando alguém que lidera está ao lado dos liderados “transmite” aos últimos a noção de que eles têm sempre com quem contar, em qualquer situação, e como têm esse apoio, por sua vez  estarão dispostos a fazer o necessário para que a equipe seja bem sucedida em suas tarefas.
Por fim, o líder pelo exemplo aceita formalmente todos os “louros da vitória” em seu nome e de seus liderados. Isso aumenta o orgulho de cada equipe e os faz verem com outros olhos e também serem vistos de maneira diferenciada. Eles terão orgulho de integrar uma equipe bem sucedida,  inspirados por um líder que pode até ser duro, mas jamais os abandona.
Não é fácil liderar pelo exemplo e é mais comum vermos líderes autocráticos, carismáticos, mas não desse tipo. No entanto, na minha visão, é o modelo de liderança mais compensador para todos.
E você? O que acha?

Abraços!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Top de "2011"

Queridos amigos do Tecsollers!

Agora que faltam apenas algumas horas para 2012 dar a sua cara, chega o momento de eleger os fatos mais significativos de todos os setores ,e acho que a "tecnologia" não pode ficar de fora. No entanto, o fato que escolherei não é o de uma grande descoberta, do aparecimento de um grande dispositivo ou mesmo de um grande software - não que tenhamos deixado de ter grandes novidades em todos esses setores.
O meu post quer fazer mais uma homenagem ao Steve Jobs, mas não apenas como o criador de muitas novidades que já fazem parte do nosso dia a dia, e sim pela grande vitória que representou em termos de criatividade, ousadia e capacidade de superação e sonho.
Quem conhece uao menos um resumo da vida de Jobs sabe que nem sempre a maré esteve a favor dele, o que deleita os americanos tão adeptos do "self made man". 
Para mim, Jobs deve ser reverenciado menos por ter criado a Apple (não sou applemaníaco, registre-se para a posteridade) e mais por ser alguém extremamente ousado, atrevido e quase insolente. Ele demonstrou de maneira inequívoca que o que realmente move a roda da vida são as ideias - não apenas do grande gênio, empresário e criador, como ele era, mas de cada um de nós.
Asimov um dia disse que os escritores de ficção científica conseguiam prever o futuro com uma grande margem de acerto porque "quem vê o óbvio prediz o inevitável", e creio que com Jobs tenha sido assim. Nota: ver o óbvio não é nada simples. Tendemos a caminhar por rebuscados trajetos para, quando se chega a algum lugar, ver que a solução era simples e tinha como visão básica facilitar a vida do ser humano. Alguém questiona esse fato? 
O que tenho lido sobre a morte dele pouco tem se referido ou se se refere de forma muito indireta a esse grande valor que Steve Jobs nos lega. Que em 2012 possamos ser pessoas imbuídas do "sonhar", "idealizar" , "concretizar" , "ver o óbvio" e tornar a vida das pessoas melhor , não importa em que ramo da atividade humana nos proponhamos a atuar, dos mais simples (e indispensáveis) aos mais complexos e igualmente necessários.


Experimentos de fim de ano

Entre 23 de dezembro e 2 de janeiro, encontro-me em recesso, me permitindo experimentar livremente coisas na área de TI. Para quem gosta de Linux, o grande barato é o Mint 12. Instalei em um netbook da ASUS e o desempenho foi fantástico, além de a plataforma ser amigável e muito "clean". Quem gosta do sistema operacional do pinguim, é uma dica ótima para explorar, assim como para aqueles que pretendem fazer um "dual boot" ou migrar para o Linux. Valeu a pena!

Bem, gente, com esse artigo eu encerro em 2011 a participação no Tecsollers, muito pequena, mas que espero que tenha agradado. A todos os leitores os votos de um 2012 cheio de coisas boas, mas principalmente saúde e paz.

À querida amiga Cathy a gratidão por ter me trazido para cá e a promessa de uma participação mais categorizada no ano novo. Beijos para todos os seus, amiga querida!

Valeu demais, gente! Até outra hora!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Conhecimento compartilhado, sucesso dobrado

“Então, Eduardo, eu li um artigo seu e as informações se encaixaram muito bem no que eu preciso!”. Por diversas vezes, fui contatado dessa forma, consegui novos clientes e efetivei projetos bem interessantes.

Alguns profissionais temem compartilhar seus conhecimentos, pois acreditam que ao fazerem isso, entregarão o “ouro” para os seus concorrentes ou mesmo para as pessoas resolverem seus problemas sozinhas.

Eu não concordo com essa postura e vou além: quem tem medo de repassar informações, não possui a real ciência dessas. O valor do conhecimento está na sua disseminação e no aprendizado proporcionado por ele.

Fico muito feliz quando recebo os feedbacks positivos devido aos meus escritos na web ou por algum conteúdo apresentado nas minhas palestras. Essa interação gera um ótimo networking. Quem ensina também aprende muito e isso é fato.

A informação de qualidade abre muitas portas

Há diversos artigos meus publicados em sites diferentes, desde grandes portais até projetos pessoais. E isso é ótimo para todos, pois quem os divulga oferece aos seus visitantes conteúdo relevante. E eu tenho uma boa publicidade do meu nome e consequentemente, mais chances de alcançar algum potencial cliente.

E há mais um ponto positivo: além de alcançar novos clientes, os artigos são ótimos para ajudar a formar novas parcerias profissionais e fidelizar leitores que fazem o marketing viral do seu trabalho.

Essa simbiose se enquadra na política do “ganha-ganha” – escrevi um artigo sobre negócios com base nesse modelo.

O foco do nosso trabalho deve ser buscar sempre o melhor cenário para todos os envolvidos. Só dessa maneira o mercado será mais ético, justo e menos desgastante.

O lado negro da força

Entretanto, para um texto ter boa repercussão e divulgação positiva, seja em redes sociais, e-mails ou qualquer outro canal de comunicação, ele precisa estar bem escrito, com idéias coerentes, fugir da mesmice e oferecer conteúdo exclusivo, melhor ainda se for inovador.

Os antigos administradores gostavam de chamar isso de “agregar valor”.

Um artigo ruim é péssimo para a imagem e reputação do profissional! E ao invés de somar ele vai espantar qualquer chance de sucesso. Não adianta ter um ótimo conhecimento se não souber redigi-lo, se não tomar os cuidados adequados com a técnica e com a fluência da leitura.

Então a solução é não escrever?

Errado! Basta procurar uma edição profissional.

Eu mesmo faço isso para diversos clientes e parceiros e os resultados são muito bons. É transformar a idéia bruta em algo bastante útil para o público-alvo. Um diamante vale muito mais quando lapidado com esmero!

Então, que tal encher a web com conteúdos de qualidade e dessa forma alavancar o nível das informações divulgadas?

Vamos juntos nessa jornada?

Até mais!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vá além da gerência e seja um líder!


Para ajudar a sua equipe a alcançar os resultados esperados com alta qualidade e boa motivação, você não pode ser apenas um bom gerente de projetos, precisa ser um verdadeiro líder.

Gerenciar projetos não é o mesmo que liderar pessoas. Para quem ainda não considerou a diferença, expliquemos: o foco do gerenciamento de projetos são os RESULTADOS do projeto, enquanto o foco da liderança são as PESSOAS. A história está cheia de grandes líderes que obtiveram sucesso não apenas por seus projetos, mas pelo tratamento diferenciado de seus subordinados.

Napoleão não hesitava em distribuir honras a seus soldados sempre que eram bem sucedidos em uma batalha. Quando fugiu de Elba para tentar invadir a França, agora novamente governada pela monarquia, ficou frente a frente com o batalhão mandado para matá-lo em Lyon. Com as baionetas apontadas para ele, o líder caído disse: “Se algum de vocês pretende mesmo atirar no seu Imperador, que atire agora mesmo!” – então, todos os homens abaixaram as baionetas e passaram a saudá-lo com grande alegria.

O bom líder motiva sua equipe para haver a sintonia entre os ideais. Mostra-se um bom comandante e um líder generoso nas batalhas. Napoleão levava seus homens a acreditarem que ele também seria um bom líder para toda a Europa e, por isso, eles eram fiéis à sua causa de conquista.

Um líder não nasce da noite para o dia, mas aí vão alguns requisitos que o gerente de projetos deve preencher para ser um líder capaz de motivar a equipe e conquistar sua lealdade:

Postura

O gerente deve personificar a mesma atitude que deseja da equipe, deve ter a mesma postura e conquistar respeito. Se quiser que a equipe não apenas faça seu trabalho com competência, mas inove, supere as expectativas, é exatamente isso que o gerente precisa fazer em suas próprias atribuições. Além disso, deve adotar a atitude de membro integrante da equipe e não de alguém acima dos outros.

Transmitir bem os objetivos de cada projeto

Cada membro da equipe precisa conhecer a importância do novo projeto, entender a necessidade do seu esforço e saber que impacto os resultados e benefícios esperados terão em sua própria vida e/ou na sua comunidade - sejam estes na sociedade ou na empresa.

Saber valorizar a equipe

Para a equipe ver o gerente como um membro integrante dela, é necessário todos partilharem dos mesmos benefícios, ainda que sua proporção seja determinada pelo grau de participação e esforço dentro do projeto – ou seja, quem se destaca ou vai além de suas atribuições merece uma recompensa maior, não importa qual seja seu cargo ou posição na hierarquia da equipe. Quando apenas o líder é recompensado ou reconhecido por um projeto de sucesso, perde o respeito da equipe, pois deixa de ser considerado um igual para ser visto como alguém privilegiado – muitas vezes injustamente.

Saber lidar com pessoas diferentes

O gerente precisa lidar com vários tipos de personalidades, dos otimistas aos pessimistas, dos determinados aos céticos. O gerente muitas vezes precisa resolver não somente problemas do projeto, mas também problemas de relacionamento entre os membros. Distribuir os membros da equipe não só de acordo com seu perfil profissional, mas levando em conta as afinidades, em certos casos é essencial.

Em determinadas ocasiões, é possível que o líder tenha até mesmo que lidar com os problemas pessoais dos integrantes da equipe, pois o estado de espírito e a saúde de cada pecinha são fundamentais para o bom andamento das engrenagens de um projeto. Talvez esse seja um dos requisitos mais difíceis de serem alcançados, pois o gerente precisa se importar genuinamente com as pessoas com quem trabalha.

Conclusão

O gerente que consegue preencher esses requisitos não apenas conquista a lealdade de sua equipe, mas faz com que cada membro tome os objetivos do projeto ou da empresa para si, considerando-os seus próprios objetivos.

A partir do momento em que o líder é capaz de proporcionar esse tipo de motivação, então a vontade se reúne com a necessidade e cada membro da equipe passa a se sentir não compelido, mas autoestimulado (ou melhor, automotivado) a cumprir as metas.

Que tal deixar de apenas gerenciar para também liderar?